A TRAJETÓRIA DE UMA TEIMOSIA

Desde os anos 1980 venho escrevendo. Mas foi só no apagar das luzes do século 20 que decidi, em junho de 1999, publicar meu primeiro livro: FERNANDO CAPETA URUBU. Meu editor na época foi o poeta Rogério Salgado (comigo na foto histórica de assinatura do meu primeiro contrato como escritor). Antes disso, joguei muitos escritos fora. Usava, naqueles saudosos anos, uma Remington (ou Olivetti, nem sei mais!) e gastava muito papel.

De junho de 1999 para cá, foram seis publicados, e este ano de 2022 me convoca para ousar de novo e publicar um novo romance. Por que “teimosia” no título deste post? Ora, é porque no Brasil literatura é sinônimo de teimosia. Escritor, pelo menos o independente, é um animal que procura no dicionário a palavra “desistir” e não encontra. Se for escritor de verdade.

Estou me segurando para não divulgar, por enquanto, o título do meu novo romance (já que ainda não é definitivo). Mas muito em breve ele será divulgado.

Um abraço,

Durval.

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Durval Augusto Jr.

Mineiro de Belo Horizonte, Durval Augusto Jr. é formado em Psicologia pela PUC-MG e trabalhou como psicólogo clínico por onze anos. Em seguida migrou para a Justiça Eleitoral, onde atuou como revisor de textos até se aposentar em 2012. Há muitos anos vem produzindo literatura e já publicou as seguintes obras: Fernando Capeta Urubu (fábula – 1999); Almas Tontas (romance – 2006); Sem Paredes (romance – 2011); A aljava de Cupido (contos – 2016); Quero matar o prefeito (contos - 2017); Desvendando a linguagem dos astros – o ABC para entender e interpretar mapas astrais (Astrologia - 2019); e Amor e guerra em Vale Manso (romance – 2022). Outros dois livros estão sendo preparados para publicação em breve.

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