Balzaquianas do século 21

Se Honoré de Balzac, nascido em 1799 e falecido em 1850, vivesse nos dias de hoje, provavelmente seu livro A mulher de trinta anos teria um título um pouco diferente. talvez A mulher de cinquenta anos ou mesmo, quem sabe, A mulher de sessenta

No século 21, mulheres de trinta anos são meninas! mesmo as de quarenta são meninas, embora vez ou outra possamos nos deparar com atitudes lamentáveis como a daquelas estudantes cheirando a talco no bumbum zombando de uma colega de faculdade. Uma delas disse que a outra deveria se aposentar porque já tinha… 44 anos!

A verdade é que mudamos e vamos esticando cada vez mais o horizonte da longevidade, embora, não nos esqueçamos, grande parte da população mundial ainda não possa partilhar esse privilégio. Isso devido às desigualdades sociais e econômicas que continuam ditando quem pode e quem não pode viver mais e melhor.

No tempo de Balzac era mais complicado, até mesmo para a elite, viver mais tempo. O próprio autor de A Comédia Humana mal passou dos cinquenta anos de vida. Por isso, para ele e para os de sua época, a mulher de trinta anos era uma coroa…

Atenção, meninas de cinquenta ou sessenta: avante!

Durval Augusto Jr. é escritor, psicólogo e astrólogo e já publicou os seguintes livros:

Fenando Capeta Urubu (fábula), 1999, pela extinta Editora Jornal da Floresta, Belo Horizonte;

Almas Tontas (romance), 2006, pela Editora Armazém de Ideias, Belo Horizonte;

Sem Paredes (romance), 2011, pela Alfstudio Produções, Belo Horizonte;

A aljava de Cupido (contos), 2016, pela Scortecci Editora, São Paulo;

Quero matar o prefeito (contos), 2017, pela Scortecci Editora, São Paulo;

Desvendando a linguagem dos astros (Astrologia), 2019, pela Scortecci Editora, São Paulo;

Amor e guerra em Vale Manso (romance), 2022, pela Páginas Editora, Belo Horizonte.

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Durval Augusto Jr.

Mineiro de Belo Horizonte, Durval Augusto Jr. é formado em Psicologia pela PUC-MG e trabalhou como psicólogo clínico por onze anos. Em seguida migrou para a Justiça Eleitoral, onde atuou como revisor de textos até se aposentar em 2012. Há muitos anos vem produzindo literatura e já publicou as seguintes obras: Fernando Capeta Urubu (fábula – 1999); Almas Tontas (romance – 2006); Sem Paredes (romance – 2011); A aljava de Cupido (contos – 2016); Quero matar o prefeito (contos - 2017); Desvendando a linguagem dos astros – o ABC para entender e interpretar mapas astrais (Astrologia - 2019); e Amor e guerra em Vale Manso (romance – 2022). Outros dois livros estão sendo preparados para publicação em breve.

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