Minas são muitas, é o que se diz sempre. E não é exagero. São tantas as Minas, tantas as razões para nos encantarmos, que alguns recantos precisam ser lembrados de vez em quando.
A Serra do Cipó é uma delas. Cachoeiras, caminhos, vegetações, paisagens, pássaros, histórias, comida gostosa. gente hospitaleira…
Na Serra do Cipó, apreciei tudo isso, e estou prestes a repetir a experiência. A última vez que estive lá, quebrei algumas costelas numa pedra, na Cachoeira Véu da Noiva. Mesmo assim valeu a pena.
Voltarei em breve. Mais maduro, mais comedido. Não quero mais quebrar costelas. E, também, preciso me apresentar de novo à Cachoeira Véu da Noiva para me reconhecer (conhecer melhor a nova pessoa em quem me tornei depois daquele dia fatídico em que quebrei as costelas). A culpa não foi da Cachoeira, foi de minha imaturidade.
Aguarde-me, Serra do Cipó!

Durval Augusto Jr. já publicou os seguintes livros: Fernando Capeta Urubu (fábula), 1999, Editora Jornal da Floresta, Belo Horizonte; Almas Tontas (romance), 2006, Editora Armazém de Ideias, Belo Horizonte; Sem Paredes (romance), 2011, Alfstudio Produções, Belo Horizonte; A aljava de Cupido (contos), 2016, Scortecci Editora, São Paulo; Quero matar o prefeito (contos), 2017, Scortecci Editora, São Paulo; Desvendando a linguagem dos astros (Astrologia), 2019, Scortecci Editora, São Paulo; e Amor e guerra em Vale Manso (romance), 2022, Páginas Editora, Belo Horizonte.
