SEM PAREDES

O romance SEM PAREDES foi escrito entre 2000 e 2001, mas publicado somente em 2012.

Fortunato deixou sua terra natal, ainda em idade tenra, para se lançar no mundo – um mundo sem paredes – numa espécie de fuga e ao mesmo tempo procura de si mesmo. O próprio protagonista narra sua história, talvez sentado numa banqueta rústica em sua cozinha, dirigindo-se, numa linguagem despojada e repleta de expressões pitorescas, a um interlocutor que o escuta até o final.

Com toda sinceridade, Fortunato relata, em várias passagens de seu monólogo, episódios que, conquanto possam afrontar o bom senso pela ausência de verossimilhança, se apresentam carregados do mais profundo realismo humano. è do seu coração e é do coração da humanidade que ele fala o tempo todo.

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ALMAS TONTAS

Meu segundo livro saiu em 2006. Almas Tontas retrata, nas palavras do editor André Carvalho,

“os principais sentimentos da alma humana. Predominam, no entanto, os aspectos mais obscuros do ser humano. A maioria absoluta dos personagens emprega as mais sórdidas artimanhas para sobreviver na selva humana de uma grande cidade. A competição é a mola mestra de toda a trama. Um claro reflexo de um tempo em que o êxito pessoal, o sucesso social e a ambivalência de caráter são a bússola que os seres humanos usam para conduzir o incerto, inexplicável e surpreendente navio chamado ‘viver’. Este é o navio tripulado pelas almas tontas que cumprem seu destino nas duras páginas deste pungente romance criado por Durval Augusto Jr. Um destino em que não há horizontes possíveis: todos estamos condenados a viver.”

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O PRIMEIRO LIVRO

Como eu disse, o primeiro livro que publiquei foi em 1999. Trata-se de uma novela (setenta e poucas páginas). Comecei a escrever essa história como uma brincadeira. Lembro que foi num setembro ou outubro do início dos anos 1990. Devido a um acidente, fiquei três semanas licenciado e sem poder sair de casa. Comecei então a rabiscar algo num pedaço de papel. A coisa foi ficando séria e, como resultado, surgiu Fernando Capeta Urubu, título inspirado (mas só o título) no conhecidíssimo Fernão Capelo Gaivota.

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A TRAJETÓRIA DE UMA TEIMOSIA

Desde os anos 1980 venho escrevendo. Mas foi só no apagar das luzes do século 20 que decidi, em junho de 1999, publicar meu primeiro livro: FERNANDO CAPETA URUBU. Meu editor na época foi o poeta Rogério Salgado (comigo na foto histórica de assinatura do meu primeiro contrato como escritor). Antes disso, joguei muitos escritos fora. Usava, naqueles saudosos anos, uma Remington (ou Olivetti, nem sei mais!) e gastava muito papel.

De junho de 1999 para cá, foram seis publicados, e este ano de 2022 me convoca para ousar de novo e publicar um novo romance. Por que “teimosia” no título deste post? Ora, é porque no Brasil literatura é sinônimo de teimosia. Escritor, pelo menos o independente, é um animal que procura no dicionário a palavra “desistir” e não encontra. Se for escritor de verdade.

Estou me segurando para não divulgar, por enquanto, o título do meu novo romance (já que ainda não é definitivo). Mas muito em breve ele será divulgado.

Um abraço,

Durval.

Foto por picjumbo.com em Pexels.com

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AGUARDE!

Vem aí meu próximo romance: AMOR E GUERRA EM VALE MANSO

Num contexto histórico delicado da vida do País, um homem valente e visionário encontra o amor e a guerra na fictícia Vale Manso.

O inusitado, o pitoresco e o imponderável temperam as peripécias do protagonista, que vê sua vida e as de outras tantas personagens transformadas inexoravelmente.

O amor o arrebata; a luta o convoca.

(Aguarde outros informes do livro, como data e local do lançamento. A capa também sai em breve!)

Foto por Caio em Pexels.com

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