Inteligência artificial. Ok, mas como fica meu prazer em criar?

Tudo indica que a AI (inteligência artificial) está apenas em seus estágios iniciais, e podemos esperar por parte dela proezas capazes de arrepiar até os cabelos da alma!

Há três pontos a considerar. Primeiro, precisamos reconhecer que os benefícios dessa tecnologia serão inquestionáveis. Ela será de grande valia na área da saúde, por exemplo, desde que governos realmente preocupados em melhorar as condições de vida da população possam se engajar, aportando recursos para tal intento. Outros tantos benefícios poderiam ser elencados aqui, mas talvez a lista seja longa demais.

O segundo ponto, como se pode facilmente imaginar, é o uso nocivo e potencialmente perigoso da AI. Vi hoje mesmo uma imagem da “prisão” de Donald Trump por um grupo de policiais. O realismo da cena é impressionante. Isso significa que será muito fácil criar fake news “fundamentadas” em imagens muito realistas criadas pela inteligência artificial, além de outras vilanias ainda piores.

Donald Trump é “preso” por policiais após ser perseguido na rua. (Eliot Higgins/Reprodução)

E o terceiro ponto: como fica o prazer do artista em criar? Sim, porque já se sabe que a inteligência artifical é capaz de criar obras de arte, romances, poesias… Não, aqui, no meu universo íntimo, a inteligência artifical não pode mandar! Protesto, excelência!

Durval Augusto Jr. já publicou os seguintes livros: Fernando Capeta Urubu (fábula), 1999, Editora Jornal da Floresta, Belo Horizonte; Almas Tontas (romance), 2006, Editora Armazém de Ideias, Belo Horizonte; Sem Paredes (romance), 2011, Alfstudio Produções, Belo Horizonte; A aljava de Cupido (contos), 2016, Scortecci Editora, São Paulo; Quero matar o prefeito (contos), 2017, Scortecci Editora, São Paulo; Desvendando a linguagem dos astros (Astrologia), 2019, Scortecci Editora, São Paulo; e Amor e guerra em Vale Manso (romance), 2022, Páginas Editora, Belo Horizonte.

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Durval Augusto Jr.

Mineiro de Belo Horizonte, Durval Augusto Jr. é formado em Psicologia pela PUC-MG e trabalhou como psicólogo clínico por onze anos. Em seguida migrou para a Justiça Eleitoral, onde atuou como revisor de textos até se aposentar em 2012. Há muitos anos vem produzindo literatura e já publicou as seguintes obras: Fernando Capeta Urubu (fábula – 1999); Almas Tontas (romance – 2006); Sem Paredes (romance – 2011); A aljava de Cupido (contos – 2016); Quero matar o prefeito (contos - 2017); Desvendando a linguagem dos astros – o ABC para entender e interpretar mapas astrais (Astrologia - 2019); e Amor e guerra em Vale Manso (romance – 2022). Outros dois livros estão sendo preparados para publicação em breve.

2 comentários em “Inteligência artificial. Ok, mas como fica meu prazer em criar?”

  1. Nossa! Que loucura a imagem do Donald Trump! é extremamente real!
    AI é uma coisa muito discutida no meio dos artistas, pois nossas artes estão sendo desvalorizadas. É muito menos trabalhoso criar uma arte com AI.
    Os artistas estão furiosos com isso!
    Quem diria, acho que os robôs vão realmente ocupar o lugar dos seres humanos, vem aí os filmes de ficção se tornando reais haha!

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